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Fifa escolhe Austrália e Nova Zelândia



A Fifa anunciou nesta quinta-feira que Austrália e Nova Zelândia foram escolhidas como sedes do próximo mundial, em 2023, depois de um processo de escolha no qual o Brasil também chegou a participar. A decisão foi divulgada depois de votação entre os membros do conselho da entidade, que se reuniram através de videoconferência.

Citou que esteve recentemente na Oceania e viu a empolgação pelo esporte nos países. E que quer ver isso em 2023 - mas que a entidade trabalhará para popularizar o futebol feminino antes. Inclusive, o mandatário apontou que pode haver uma mudança no processo de escolha das sedes das Copas do Mundo femininas: em vez da votação ficar restrita ao conselho da Fifa, ela seria realizada no congresso, com 211 eleitores participando.

É algo que deveríamos considerar para o futuro. Eu estou feliz que o processo até a votação tenha sido feito de maneira profissional e transparente, de um jeito como nunca foi feito antes. - completou.

Copa do Mundo Feminina um evento a cada dois anos, além de dobras a premiação do torneio para 2023 - em 2019, este valor foi de US$ 50 milhões. Infantino citou seu desejo de ver a competição chegar à América do Sul, citando a candidatura do Brasil, que, na sua opinião, poderia receber o torneio por ter abrigado a Copa do Mundo em 2014.

Mas há uma outra proposta, que não é minha, de fazer a Copa do Mundo a cada dois anos. E talvez essa seja uma proposta melhor. Talvez seja algo que possamos colocar na mesa e discutir. Queremos levar essa Copa para a África, para a América do Sul. Mas não podemos esperar cada quatro anos para fazer isso - opinou Infantino.

35 participantes do conselho que participaram da eleição. Membros das principais confederações do mundo, Uefa (Europa) e Conmebol (América do Sul) votaram em bloco na candidatura colombiana, que foi a pior avaliada pelos especialistas no processo. Esta também foi a escolha do vice-presidente da CBF, Fernando Sarney.

Concacaf (Américas Central e do Norte), CAF (África), AFC (Ásia) e OFC (Oceania) - preferiram Austrália e Nova Zelândia, assim como o presidente Gianni Infantino. Dois membros do conselho, Johanna Wood e Ramon Jesurun, não votaram por serem da Nova Zelândia e da Colômbia, respectivamente.

Estamos comprometidos a fazer um evento histórico em 2023. Queremos dizer que nos deram uma grande oportunidade e vamos fazer muito pelo futebol feminino - disse Johanna Wood, presidente da federação da Nova Zelândia.


FONTE: GLOBO ESPORTE

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